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sexta-feira, 29 de outubro de 2010

ASSEMBLEIA NACIONAL DA PASTORAL DA AIDS PLANEJA AÇÕES PARA OS PRÓXIMOS TRÊS ANOS


Teve início nesta quinta-feira, 28, e segue até o sábado, 30, em Porto Alegre (RS), a 4ª Assembleia Nacional e a 8ª edição do Seminário de Prevenção à AIDS. Os eventos são organizados pela Pastoral da AIDS, serviço de pastoral da Igreja Católica, que, desde 2002, contribui com respostas à epidemia das Doenças Sexualmente Transmissíveis (DST).

O objetivo dos encontros é estabelecer um plano de ação para 2011 a 2013, que contemple as dimensões já trabalhadas no intuito de ampliar e qualificar sua atuação no enfrentamento da epidemia. Cerca de 100 pessoas de todas as regiões do país participam da Assembleia que refletirá durante três dias o tema “Reinventando caminhos para responder com eficácia”.

Para contribuir na reflexão desta quinta-feira, foram convidados Dirceu Greco, diretor de Departamento de DST, AIDS e Hepatites Virais e Vitor Fonseca, da Unidade de Doenças Sexualmente Transmissíveis, responsável pela articulação com as organizações não governamentais e movimentos. O evento terá continuidade na sexta-feira com a presença do frei Flávio Guerra e frei José Bernardi, que discutirão o Ensino Social da Igreja e Saúde; AIDS nos Documentos de Aparecida e da CNBB; Jeito pastoral de enfrentar a Epidemia da AIDS.

Ainda amanhã, 29, também estará presente no encontro o presidente da Pastoral da AIDS, dom Eugênio Rixen. O seminário encerra-se no sábado, 30, com o planejamento da ação e aprovação do plano de trabalho para o próximo triênio.

Entre os expositores que compuseram a mesa da abertura oficial do seminário, esteve frei José Bernardi, secretário executivo da Pastoral da AIDS, representando o presidente da Pastoral e bispo da Cidade de Goiás (GO), dom Eugênio Lambert Adrian Rixen; a representante do Fórum ONGs/Aids no Rio Grande do Sul, Tina Taborda; Beatriz Pacheco, da Rede Nacional de pessoas vivendo com HIV (RNP – Porto Alegre); Sandra Sperotto, coordenadora do Departamento de Ações em Saúde; padre Tarcisio Arsenio Rech, secretário executivo do Regional Sul 3 da CNBB (Rio Grande do Sul); Dirceu Greco, diretor do Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais, do Ministério da Saúde. Após exposição inicial, os presentes tiveram a oportunidade de dialogar sobre a realidade da Aids no Brasil: panorama, desafios e conquistas e os desafios do enfrentamento das DST na atenção básica.

Mais informações pelo telefone (51) 3346.6405.

Fonte: CNBB

sexta-feira, 24 de setembro de 2010

PRESIDENCIÁVEIS EXPÕEM PLANO DE GOVERNO EM DEBATE PROMOVIDO PELA SOCIEDADE CIVIL

Na noite desta quinta-feira, 23, aconteceu em Brasília o debate dos presidenciáveis, promovido pela Comissão Brasileira Justiça e Paz (CBJP), Associação Nacional de Educação Católica (ANEC), Associação Brasileira de Universidades Comunitárias (ABRUC), Universidade Católica de Brasília (UCB), com o apoio da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB). Participaram os candidatos cujos partidos têm representatividade na Câmara: Dilma Rousseff (PT), José Serra (PSDB), Marina Silva (PV) e Plínio de Arruda (PSOL).

Os candidatos, como nos outros debates em que participaram, reafirmaram suas posições e seus planos de governo, caso venham a ser eleitos no dia 3 de outubro. O diferencial veio do próprio debate que cedeu mais tempo para a resposta dos candidatos e evitou o embate direto dos candidatos. As perguntas foram elaboradas apenas pelas entidades organizadoras do evento. O modelo foi bastante elogiado pelos próprios candidatos que disseram que o formato possibilita melhor exposição de idéias.

Logo na primeira pergunta, “Quais suas três prioridades caso seja eleito?”, os quatro presidenciáveis quiseram deixar evidente a sua simpatia pelo cristianismo.

“Fui um verdadeiro militante da juventude católica, participei de grupos como Juventude Universitária Católica (JUC), da Juventude Estudantil Católica (JEC) e meu trabalho está pautado nessa vivência: nosso plano de governo atende à opção preferencial pelos pobres, não dos ricos como fazem a maioria. Precisamos de uma enorme distribuição das riquezas aos pobres. Farei, também, com a ajuda da Comissão Pastoral da Terra (CPT) a Reforma Agrária”, disse Plínio de Arruda Sampaio.

Marina Silva, por sua vez, fez questão de dizer que seu plano de governo foi elaborado muito antes da campanha começar e agradeceu aos organizadores do evento por realizarem “um debate e não um embate entre os candidatos à presidência da República”. Em resumo, ela disse quais são suas três prioridades: “educação para a sociedade do conhecimento, proteção através da saúde e ampliação dos programas sociais, como o Bolsa Família, que precisa ser reformado”.

LEIA NA ÍNTREGRA NA SITE DA CNBB

quarta-feira, 22 de setembro de 2010

CANDIDATOS CONFIRMAM PRESENÇA EM DEBATE NA QUINTA-FEIRA, 23

Discutir amplamente as propostas de Governo entre os candidatos ao cargo de Presidente da República é o objetivo do debate entre os presidenciáveis Dilma Rousseff (PT), José Serra (PSDB), Marina Silva (PV) e Plínio Arruda Sampaio (PSol), que acontecerá no próximo dia 23, na Universidade Católica de Brasília (UCB), às 21h30, no Auditório Central da Universidade, Campus de Taguatinga.

O debate é uma iniciativa da Universidade Católica de Brasília (UCB), Associação Brasileira das Universidades Comunitárias (ABRUC), Comissão Brasileira Justiça e Paz (CBJP) e Associação Nacional de Educação Católica (ANEC), com o apoio da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB).
O
jornalista Beto Almeida será o mediador e presidirá o evento controlando o tempo, a intervenção dos candidatos, o ânimo dos participantes e da plateia. O debate será organizado da seguinte forma: abertura pelo mediador; apresentação dos participantes, pelo nome do candidato e do seu vice, seu partido e coligação. A ordem de apresentação e de resposta às perguntas será realizada mediante sorteio.

O evento será dividido em quatro blocos. No primeiro, cada candidato terá três minutos para se apresentar e indicar as três prioridades do seu Programa de Governo. Em seguida, os presidentes das entidades promotoras farão uma pergunta e o candidato sorteado irá respondê-la. Logo depois, representantes da sociedade farão os questionamentos. Todas as respostas serão comentadas por outro candidato e haverá o direito de réplica. Poderá ser concedido “direito de resposta” ao candidato que sofrer calúnia, difamação ou injúria. No último bloco, todos responderão a uma única pergunta, decidida pouco antes, entre as entidades organizadoras. Após todas serem respondidas, cada um fará seu pronunciamento final.

O evento terá duração de duas horas, incluindo o tempo destinado a perguntas. A definição da posição de cada candidato no cenário do debate foi escolhida por meio de sorteio, que aconteceu na sede da CNBB, no último dia 14 de setembro.
O evento será transmitido ao vivo pelo portal da Universidade Católica de Brasília (www.ucb.br), pelas TVs e rádios de inspiração Católica e pela Associação Brasileira de TVs Universitárias (ABTU).

Fonte: CNBB

CNBB PARTICIPA DE MANIFESTO EM FAVOR DA APLICAÇÃO IMEDIATA DA LEI FICHA LIMPA

Às vésperas do julgamento do Supremo Tribunal Federal (STF) sobre a validade ou não da aplicação da Lei Complementar 135 – Ficha Limpa - neste processo eleitoral, foi divulgado, na tarde de hoje, 21, na sede nacional da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), em Brasília, o manifesto em defesa da Lei Complementar, promovida pelas 46 entidades que compõe o Comitê Nacional do Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral (MCCE).

Representando a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, dom Luiz Soares Vieira, vice-presidente da CNBB e arcebispo de Manaus (AM) disse que a sociedade vive um momento histórico e que acredita no Supremo Tribunal Federal para a aplicação imediata da lei Ficha Limpa. “Estamos vivendo um momento histórico. A CNBB entrou com muita força nesse processo todo. Conseguimos quatro milhões de assinaturas se contarmos as feitas pela internet, o que mostra que atuamos de forma árdua e intensa. Agora chegou a vez do nosso organismo jurídico maior dar a resposta que a sociedade tanto quer, que é a imediata aplicação da Ficha Limpa. Confiamos nos ministros desta casa [STF], e eles levarão em consideração a vontade do povo. Tenho certeza que sairemos vencedores dessa luta”, afirmou dom Luiz.

"Chega de dinheiro em cuecas e nas meias. A sociedade brasileira está cansada de escândalos que se repetem no dia-a-dia. É necessário que tenhamos um fim para tudo isso e o Ficha Limpa é o começo desse fim", destacou o presidente nacional da Ordem dos Advogados do Brasil, Ophir Cavalcante, após o lançamento do manifesto. "Tenho certeza de que o STF, ao apontar a constitucionalidade da lei e sua validade para essas eleições, dará um grande passo para tornar este um país cada vez mais republicano", afirmou Ophir em referência ao processo previsto para ir a julgamento amanhã, 22, por meio do qual o Tribunal definirá seu entendimento quanto à validade da lei para essas eleições.

Ao reunir juristas e representantes das entidades de classe do Judiciário, Ophir Cavalcante defendeu um basta à corrupção e acrescentou que a Lei Ficha Limpa não impõe uma punição aos candidatos, uma vez que a inelegibilidade não é uma pena, mas uma condição para que o político possa se candidatar. "Não há, nessa lei, qualquer tentativa de atingir A, B ou C. A lei serve para depurar a política neste país a fim de que possamos ter as melhores representações".

Ao ser questionado sobre qual será o sentimento da sociedade caso a Lei Ficha Limpa seja declarada inconstitucional pelo plenário do STF, dom Luiz Soares Vieira foi enfático: "será uma grande frustração". "O que a sociedade quer é ter uma política série e quer dispor de um instrumento por meio do qual possa ser defendida de maus políticos. A Lei Ficha Limpa veio para isso", afirmou o vice-presidente da CNBB.

Para diretor da secretaria executiva do MCCE, Carlos Alves Moura, está é a hora mais importante de toda a “caminhada de dois anos”. “Para o MCCE, que atuou fervorosamente nestes dois anos de caminhada, é chegada a hora mais importante, pois poderemos ver a lei ser aplicada em sua forma plena. Que o Supremo Tribunal possa reconhecer a constitucionalidade desta lei que é de fundamental importância na moralização de nosso Parlamento”.

"A Lei da Ficha Limpa é uma conquista da democracia brasileira, estando definitivamente incorporada às nossas instituições políticas", sustenta o manifesto ao defender a constitucionalidade da Lei.

Terminado o lançamento do manifesto, os representantes do Comitê Nacional do MCCE foram até o Supremo Tribunal Federal, a fim de entregar uma cópia do manifesto ao ministro vice-presidente da casa, Os representantes não foram recebidos, pois o ministro Ayres Britto não estava no STF.

Fonte: CNBB

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

NOTA DA CNBB NA PROXIMIDADE DAS ELEIÇÕES

Constantes interpelações têm chegado à Conferência Nacional dos Bispos do Brasil-CNBB a respeito de seu posicionamento em relação às eleições do próximo dia 3 de outubro.

Falam em nome da CNBB somente a Assembleia Geral, o Conselho Permanente e a Presidência. O único pronunciamento oficial da CNBB sobre as eleições/2010 é a Declaração sobre o Momento Político Nacional, aprovada pela 48ª Assembleia Geral da CNBB, deste ano, cujo conteúdo permanece como orientação neste momento de expressão do exercício da cidadania em nosso País.

Nessa Declaração, a CNBB, em consonância com sua missão histórica, mantém a tradição de apresentar princípios éticos, morais e cristãos fundamentais para ajudar os eleitores no discernimento do seu voto visando à consolidação da democracia entre nós.

Reafirmamos, portanto, o que diz a Declaração: “A campanha eleitoral é oportunidade para empenho de todos na reflexão sobre o que precisa ser levado adiante com responsabilidade e o que deve ser modificado, em vista de um Projeto Nacional com participação popular.

Por isso, incentivamos a que todos participem e expressem, através do voto ético, esclarecido e consciente, a sua cidadania nas próximas eleições, superando possíveis desencantos com a política, procurando eleger pessoas comprometidas com o respeito incondicional à vida, à família, à liberdade religiosa e à dignidade humana. Em particular, encorajamos os leigos e as leigas da nossa Igreja a que assumam ativamente seu papel de cidadãos colaborando na construção de um País melhor para todos.

Confiando na intercessão de Nossa Senhora Aparecida, invocamos as bênçãos de Deus para todo o Povo Brasileiro”.

Brasília, 16 de setembro de 2010

P. nº 0762/10



Dom Geraldo Lyrio Rocha
Arcebispo de Mariana – MG
Presidente da CNBB


Dom Luiz Soares Vieira
Arcebispo de Manaus
Vice-Presidente da CNBB


Dom Dimas Lara Barbosa
Bispo Auxiliar do Rio de Janeiro
Secretário Geral da CNBB

Fonte: CNBB


REUNIÃO DEFINE DETALHES FINAIS DO DEBATE ENTRE PRESIDENCIÁVEIS

Na tarde desta terça-feira, 14, aconteceu, na sede da CNBB, a última reunião para acertar os detalhes finais do debate entre os candidatos à presidência da República, que acontecerá na Universidade Católica de Brasília (UCB), no próximo dia 23. O debate é promovido pela Comissão Brasileira Justiça e Paz (CBJP), Universidade Católica de Brasília (UCB), Associação Nacional de Educação Católica (ANEC) e Associação Brasileira de Universidades Comunitárias (ABRUC), com o apoio da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB).

Participaram da reunião os representantes das candidaturas de Marina Silva (PV), José Serra (PSDB), Dilma Rousseff (PT) e Plínio Sampaio (PSol), candidatos à Presidência cujos partidos têm representação na Câmara dos Deputados.

De acordo com o secretário executivo da Comissão Brasileira de Justiça e Paz (CBJP), Daniel Seidel, o debate irá priorizar o tempo de exposição dos candidatos com uma pauta voltada para os problemas sociais que afetam diretamente a população brasileira.

“Os candidatos terão qualidade do tempo e de espaço para responder as questões, para que haja profundidade e compromisso com aquilo que eles têm condições para enfrentar os grandes problemas nacionais. A pauta terá como foco os mais empobrecidos da sociedade, ou seja, irá olhar para a sociedade que nós queremos com o voto, privilegiando aquilo que vai ser a construção de um Brasil novo”, destacou.

Seidel enfatizou ainda os objetivos do debate. “Nosso desejo é proporcionar aos católicos, aos cristãos e à sociedade em geral um debate que reflita sobre a situação do país e quais são as proposições que os candidatos apresentam para enfrentar esses grandes problemas, desde a questão do desenvolvimento urbano à moradia, reforma agrária, família e questões referentes ao desenvolvimento humano. Os temas ligados à defesa da vida estarão inseridos nesse debate também”, pontuou o secretário.

O debate acontecerá no próximo dia 23, das 21h30 às 23h30, e será dividido em quatro blocos e três intervalos. Cada candidato terá, em média, 3 minutos para responder às perguntas. Cada um poderá levar até 43 convidados. Cada uma das entidades organizadoras poderá convidar 50 pessoas. O público é estimado em 500 pessoas.

Além das TVs e rádios de inspiração católica, os sites da Universidade Católica de Brasília e das entidades promotoras transmitirão o debate ao vivo. As TVs que ainda desejam participar do pool de transmissão devem entrar em contato com a UCB pelo fone (61) 3356-9013.

Fonte: CNBB

quarta-feira, 25 de agosto de 2010

DEBATE COM PRESIDENCIÁVEIS ATINGE A MARCA DE 100 MILHÕES DE TELESPECTADORES

Cerca de 100 milhões de brasileiros (dados das TVs católicas) acompanharam o primeiro debate promovido pela TV Canção Nova e Rede Aparecida, nesta segunda-feira, 23, com os candidatos a Presidência da República. Estiveram presentes os candidatos José Serra (PSDB), Marina Silva (PV) e Plínio Arruda (PSOL). A candidata do (PT), Dilma Rousseff, não confirmou presença afirmando problemas com a agenda.

Serra afirmou que foi um "excelente debate" e pôde "falar com franqueza". Segundo ele, houve divergência e até coincidências de opiniões entre os candidatos, mas "caberá ao eleitor fazer seu julgamento".

A candidata Marina comentou sobre a variedade de temas, os quais lhes permitiram falar sobre assuntos de vários segmentos da sociedade e, assim "ampliar sua visão sobre a proposta dos candidatos, a forma como cada um lida com as questões". Ela afirmou que "defendeu o que acredita", tratando com seriedade os temas.

Plínio disse que a Canção Nova e a Rede Aparecida marcaram um "gol" com esse debate. E elogiou a estrutura do evento, no qual "todos tiveram oportunidades iguais, com o mesmo tempo".

O arcebispo de São Paulo, cardeal dom Odilo Pedro Scherer, destacou a Lei do Ficha Limpa e o papel da Igreja no discernimento dos eleitores durante o período que antecede o pleito de outubro.

“É muito positivo que a Igreja tenha iniciativas como essa para auxiliar o eleitor a refletir sobre assuntos que não são destacados em outros debates. Desta forma, nossos eleitores católicos podem ouvir diretamente dos candidatos um posicionamento claro sobre temas que nos preocupam”, disse o cardeal.

Já o arcebispo de São Sebastião do Rio de Janeiro (RJ) e presidente da Comissão Episcopal para a Educação, Cultura e Comunicação Social, dom Orani João Tempesta avaliou a iniciativa do encontro entre os candidatos e disse que a Igreja apenas cumpre o seu papel de orientar os eleitores para que escolham bem na hora do voto. “A Igreja não apóia o candidato ou partido, mas orienta aos cristãos para que escolham bem as pessoas que serão os nossos futuros representantes”, disse.

Também presente no debate o bispo de Paracatu (MG) e representante da Pastoral do Menor, dom Leonardo de Miranda Pereira, falou sobre sua preocupação com a proteção às cláusulas pétreas e a questão da redução da maioridade penal.

O encontro aconteceu às 22h no auditório da Faculdade Santa Marcelina, em São Paulo, e foi transmitido ao vivo para todo o Brasil através das emissoras católica, entre outras emissoras parceiras.

O editor-chefe do telejornal Século News, da TV Século XXI, Martin Andrada, foi um dos debatedores. Ele acredita que a Igreja e seus organismos está sempre engajada em contribuir com a democracia.

“A CNBB sempre teve participação ativa na política brasileira e cada vez mais os católicos estão interessados em refletir e contribuir com os rumos do país”, afirmou.

Fonte: CNBB/ Fotos: Canção Nova

quinta-feira, 12 de agosto de 2010

CNBB QUER PROMOVER DEBATE COM PRESIDENCIÁVEIS EM BRASILIA

Estiveram reunidos na tarde de ontem, 11, na sede da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), em Brasília, no escritório da Comissão Brasileira Justiça e Paz (CBJP), os representantes dos candidatos à Presidência da República nas próximas eleições com representatividade no Congresso Nacional. O intuito da reunião foi acertar os detalhes para um debate entre os principais candidatos à Presidência, que ocorrerá no auditório do Bloco Central, da Universidade Católica de Brasília (UCB), promovido pela CNBB e entidades da sociedade civil.

“O debate é promovido pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), com apoio da Associação Nacional de Educação Católica do Brasil (ANEC); Associação Brasileira das Universidades Comunitárias (ABRUC); Universidade Católica de Brasília (UCB) e a Comissão Brasileira Justiça e Paz (CBJP)”, afirmou o secretário executivo da CBJP, Daniel Seidel.

Este foi o segundo encontro, o primeiro aconteceu em 20 julho, também na CNBB. Nesta reunião, alguns temas foram tratados, como a data para a realização do debate; o regulamento foi definido com os representantes dos candidatos e a dinâmica do mesmo. O evento contará com a participação da comunidade acadêmica com transmissão ao vivo pelas rádios e televisões católicas, pela Associação Brasileira de TVs Universitárias (ABTU) e pela internet.

Daniel Seidel também destacou a importância de acompanhar as decisões do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), para, segundo o secretário executivo da CBJP, “assegurar que o debate esteja em conformidade com as normas legais que orientam a realização do mesmo”.

Fonte: http://migre.me/14bAZ

sábado, 7 de agosto de 2010

PLEBISCITO POPULAR: PELO LIMITE DA PROPRIEDADE DE TERRA NO BRASIL

Falta menos de um mês para o início do Plebiscito Popular pelo Limite da Propriedade da Terra no Brasil. Entre os dias 01 e 07 de setembro, toda a sociedade brasileira terá a oportunidade de dizer se é a favor ou contra a concentração de terras no país, ou seja, se concorda ou não com o latifúndio.

Durante os dias 15 e 17 de julho, cerca de 100 representantes de entidades, organizações, movimentos e pastorais sociais do campo e da cidade de todos os estados da federação, estiveram reunidos em Brasília para a II Plenária Nacional de Organização do Plebiscito Popular pelo Limite da Propriedade da Terra.

No encontro foram aprofundados estudos sobre a questão fundiária do país, em que os participantes expuseram a realidade de cada região brasileira. As atividades contaram com a assessoria do geógrafo e professor da Universidade de São Paulo (USP), Ariovaldo Umbelino. Além das análises, foram debatidas e planejadas ações de divulgação, organização e articulação da semana da coleta dos votos.

Os estados já estão organizados em comitês compostos por diferentes entidades e organizações. A partir dos comitês estaduais, estão sendo formados os comitês regionais, onde municípios das diferentes regiões também estão sendo inseridos no processo.

Dentre os encaminhamentos da plenária, foi definido o Dia Nacional de Mobilização pelo Limite da Propriedade da Terra, que será realizado no dia 12 de agosto, em memória a mártir Margarida Alves, camponesa assassinada em 1983. Neste dia os articuladores do Plebiscito Popular farão um grande mutirão de formação da sociedade brasileira que já está sendo conscientizada sobre a realidade agrária do país.

A população brasileira também é convidada a participar de um abaixo-assinado que já está sendo circulando em todo país e que continuará após o Plebiscito. O objetivo desta coleta de assinaturas é entrar com um Projeto de Emenda Constitucional (PEC) no Congresso Nacional para seja inserido um novo inciso no artigo 186 da Constituição Federal que se refere ao cumprimento da função social da propriedade rural.

Além das 54 entidades que compõem o Fórum Nacional pela Reforma Agrária e Justiça no Campo, também promovem o Plebiscito Popular pelo Limite da Propriedade da Terra, a Assembléia Popular (AP) e o Grito dos Excluídos. O ato ainda conta com o apoio oficial da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) e do Conselho Nacional de Igrejas Cristãs do Brasil (Conic).

Pelo direito à terra e à soberania alimentar: Vamos às urnas mostrar nosso poder popular!

Vamos à luta

A realização e o sucesso do plebiscito dependem única e exclusivamente da participação e do empenho de cada um, de cada entidade, organização e pastoral, uma vez que não existe nenhum apoio público e da mídia. Representa a força e a determinação de quem acredita em que algo pode ser feito para corrigir esta absurda concentração de terras que acaba por excluir milhões de famílias de terem seus direitos protegidos. Portanto,

•Fale, comente e divulgue, também pela internet e redes sociais (orkut, twitter), o plebiscito para seus amigos, sua família e colegas de trabalho.
•Integre-se aos comitês locais ou estaduais que vão organizar o Plebiscito.
Na Semana da Pátria, junto com o Grito dos Excluídos:

•Intensifique a divulgação;
•Ajude a organizar os locais de votação;
•Participe de alguma mesa de votação;
•VOTE;
•Assine o abaixo-assinado que será levado ao Congresso Nacional para que seja votada uma emenda constitucional que determine um limite ao tamanho das propriedades.
Conheça as perguntas que estarão na cédula de votação durante o Plebiscito Popular pelo Limite da Propriedade da Terra

1 - Você concorda que as grandes propriedades de terra no Brasil devem ter um limite máximo de tamanho?

2 - Você concorda que o limite das grandes propriedades de terra no Brasil possibilita aumentar a produção de alimentos saudáveis e melhorar as condições de vida no campo e na cidade?

Fonte: http://www.limitedaterra.org.br/noticiasDetalhe.php?id=172